São João de Brito

São João de Brito

Um grande evangelizador da Índia

São João de BritoFoi até as últimas consequências defendendo a fé que professava e ensinava em suas pregações

Nasceu em Lisboa, Portugal, no ano de 1647. Seu pai, Salvador Pereira de Brito; sua mãe, D. Brites Pereira. No ano de 1640, seu pai foi enviado pelo rei Dom João IV para ser governador no Brasil, lugar onde faleceu. São João de Brito, com sua mãe e seus irmãos, ficaram na corte. Desde cedo, São João dava testemunho da busca de viver em Deus.

Com sua saúde fragilizada, certa vez os médicos chegaram a perder as esperanças, mas sua mãe, voltando-se para o céu em oração e intercessão, fez também uma promessa a São Francisco Xavier e o pequeno João recobrou a saúde milagrosamente.

São João passou um ano com uma batina, pois isso fazia parte do cumprimento da promessa; mais do que isso, Deus foi trabalhando a vocação em seu coração até que, com 15 anos apenas, ele entrou para a Companhia de Jesus.

Em 1673, foi ordenado sacerdote e enviado para evangelizar na Índia. Viveu em Goa, depois no Sul da Índia, onde aprofundou-se nos estudos e todo aquele lugar, toda aquela região conheceu o ardor deste apóstolo.

Homem que comunicava o Evangelho com a vida, ele buscava viver a inculturação para que muitos se rendessem ao amor de Deus num diálogo constante com as culturas, o que não quer dizer que sempre encontrou acolhimento.

Junto aos povos de Maravá, ele evangelizou e muitos foram batizados; mas, ao retornar desta missão, ele e outros catequistas acabaram sendo presos por soldados pagãos e anticristãos e fizeram de tudo para que este sacerdote santo renunciasse a fé, mas ele renunciou a própria vida e estava aberto para o martírio se fosse preciso. O rei chegou a condená-lo, mas um príncipe quis ouvir a doutrina que ele espalhava e muitos mudavam de vida, abandonavam os deuses e a conclusão daquele príncipe pagão era de que aquela doutrina era justa e santa. São João foi libertado junto com os outros.

Não demorou muito, por obediência, voltou para Portugal, mas o seu coração queria, de novo, retornar para a Índia e até mesmo ser mártir. Foi o que aconteceu.

Passado um tempo, após dar seu testemunho em vários colégios dos jesuítas, ser sinal para Portugal do quanto o amor a Cristo e à Igreja não pode ter medidas. Retornando à Índia, novamente evangelizando em Maravá, foi preso. Desta vez, até um príncipe pagão chegou a se converter. Mas o rei se revoltou, mandou prender aquele padre. No ano de 1693, ele foi degolado. Sofreu muito antes disso, mas tudo ofereceu por amor a Cristo e pela salvação das almas.

São João de Brito, modelo para todos nós de que o amor a Cristo, à Igreja e a salvação das almas não pode ter medidas.

São João de Brito, rogai por nós!

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Carnaval está aí

Carnaval: dois caminhos, uma escolha

Como passar o Carnaval? Para onde ir? Onde ficar? O que fazer?

Normalmente, dois grupos tomam caminhos bem opostos. O primeiro dá vazão à carne e cai na folia, aproveita para passear, assiste aos desfiles, come, bebe, diverte-se segundo os desejos próprios da carne. O outro grupo costuma tomar um rumo bem oposto: deixa tudo e retira-se para encontros e retiros espirituais. Participa de retiros abertos ou fechados, assiste ou ouve as pregações desses encontros pelo rádio ou pela TV. De sexta a Quarta-feira de Cinzas dedica-se a estar com o Senhor: ouvindo a Palavra, louvando-O e adorando-O. Para este [grupo], aplica-se e torna-se realidade esta Palavra de Neemias: “Não haja tristeza, porque a alegria do Senhor será a vossa força” (Ne 8,10).

Trata-se, porém, de uma festa e de uma alegria bem diferentes daquelas que o mundo oferece. Nos retiros espirituais não há preocupação com droga, camisinha ou contaminação com doenças. O único contágio que geralmente acontece com esse grupo é o da alegria. Uma alegria que só o Senhor Deus pode oferecer.

Há dois caminhos totalmente opostos. Mas, você pode escolher apenas um deles. Jesus lembrou: “Não podeis servir a dois senhores” (Mt 6, 24). Uma escolha que cada um de nós deverá fazer, sabendo que: “Os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que queríeis” (Gl 5,17).

Cada caminho leva a um destino e um final diferentes. Por isso, Jesus nos preveniu: “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram” (Mt 7,13-14).

E quanto a você? Qual dos dois caminhos escolherá?

Há outros alternativos, mas esses dois são os mais marcantes na maior festa popular do país. Cristo falou e nos alertou sobre as festas que o mundo oferece: um dia, elas seriam parecidas com o que já aconteceu na face da terra, nos tempos de Noé: “Como ocorreu nos dias de Noé, acontecerá do mesmo modo nos dias do Filho do Homem. Comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Veio o dilúvio e matou a todos” (Lc 17, 26 – 27).

É importante que estejamos bem atentos e procuremos fazer como Maria “que escolheu a melhor parte” (cf. Lc 10, 42): ficou aos pés de Jesus.

O efeito de cada uma das escolhas aparecerá claramente na Quarta-feira de Cinzas. Todos podem até estar cansados; mas, o estado de ânimo será bem diferente. Enquanto uns estarão curtindo a ressaca e o vazio; outros estarão com o coração exultante da alegria do Senhor.

Sejamos espertos: escolhamos a melhor parte, como Jesus mesmo afirmou: “Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada” (Lc 10, 42). Bom retiro!

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Inicio da Quaresma

Exorcista espanhol, Padre José Fortea nos fala sobre o início da Quaresma
01. fevereiro 2016 · 1 comment · Categories: Geral, Libertação · Tags: DaniloGesualdo, Exorcista, Oracao, PadreJoseFortea, Quaresma
Exorcista aponta o que é necessário refletir para o início da Quaresma.

Exorcista espanhol, Padre José Fortea nos fala sobre o início da Quaresma
Padre José Fortea, Exorcista
“Começamos a Quaresma. Propósitos de penitência, de pequenas penitências mas que possam ser levadas até o fim. Metas concretas e moderadas, porém realistas.
Eu farei todo o possível para que a Quaresma não acabe em uma mera coleção de aspirações não cumpridas. Contabilidade da alma, é o conselho de Santo Inácio de Loyola.
Não sou um grande asceta. E isto eu lamento. Tenho meus pequenos propósitos de luta interior.
Humildes batalhas que mantém o calor da luta para expulsar todos os filisteus de minha alma. Batalhas ganhas, batalhas perdidas.
:: O caminho da Tentação
:: Minha vida precisa mudar!
:: Preciso de Cura, Libertação ou Exorcismo
Muitas pessoas me admiram por eu ter orado anos e anos por pessoas possuídas. Mas a verdade é que um asceta é muito mais valioso que um exorcista. Ser um asceta é mais difícil do que ser um exorcista. O asceta, sem embargo, não é valorizado. Muitas vezes se passa até mesmo por louco. Mas eu os asseguro que não se pode comparar a luz, o amor, e o valor de uma alma de alguém que foi cruxificado com Cristo, ao lado de um exorcista que não seja um asceta. E eu os asseguro que muitos exorcistas na história não foram ascetas. Mas mesmo assim o poder do sacerdócio atuava neles.
Deus queira me ajudar para que nesta quaresma, eu consiga dar alguns passos adiante. Para que Deus dilua algumas gotas de asceticismo em meu coração.
Que o Jejum sagrado da Quarta – Feira de Cinzas, consagre os dias que estão por vir.”
Padre José Fortea.
Deus abençoe você neste tempo!
Deixe seus comentários abaixo, será importante saber sua experiência ou opinião sobre o assunto!

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Pregador da Palavra de Deus

O que é preciso para ser um bom pregador?

25. janeiro 2016
Formação humana, chamado, evangelho, missão, pegador, pregação, pregar, pregador.

Algumas pessoas me procuram dizendo que se sentem chamadas a pregar e querem saber o que é preciso para se preparar bem para essa missão. Por exemplo, um rapaz me escreveu:

“Sou pregador da RCC (Renovação Carismática Católica), mas sinto desejo de me aprofundar na formação teológica. Gostaria de um direcionamento de o que começar estudar e a fazer? Por onde começar?”
Vou colocar aqui algumas sugestões que me ajudam na missão de pregar e escrever. Antes de tudo, esse é um belo chamado de Deus, especialmente para aqueles que receberam a graça de saber se expressar bem, o dom da pregação. Digo isso em relação à pregação para o público; todos são chamados a difundir o Evangelho, ainda que não seja para grupos de pessoas e auditórios. “Ai de mim se eu não evangelizar!” (1 Cor 9,16).
1 – Cuidar bem da vida espiritual
O pregador precisa ter uma vida de oração contínua, ter comunhão com Deus. Jesus disse: “Sem Mim nada podeis fazer” (João 15,5); muito menos em se tratando de levar as pessoas a Deus. Sem vida de oração não é possível ser bom pregador, ou seja, transmitir aos outros “O que Deus quer”. Santo Agostinho dizia: “falar com Deus, mais do que falar de Deus”. A pregação de quem não ora, é vazia, não toca as pessoas. Na pregação temos de passar aos outros “aquilo que recebemos de Deus na oração”; e isso só e possível com intimidade com Deus, na vida sacramental (Eucaristia e Confissão frequentes), na meditação da Palavra de Deus, na leitura de bons livros espirituais, etc..
cpa_como_fazer_a_vontade_de_Deus 2 – Cuidado com seu comportamento
O contra testemunho decepciona as pessoas. Papa Paulo VI disse que “o mundo quer mais testemunhas do que mestres”. A luta contra todo tipo de pecado deve ser uma preocupação permanente. O pregador está a serviço de Cristo e da Igreja, sua responsabilidade é grande. “Vigiai e orai, porque o espírito é forte, mas a carne é fraca”; também a do pregador. Mas, somos pecadores; nem por isso o pregador deve deixar de pregar por causa de seus pecados; a menos que seja algo muito grave e que se tornou um contra testemunho muito sério para as pessoas. Se cair, levante-se imediatamente e continue a caminhada para Deus. Deixar a pregação por causa dos pecados pode ser uma tentação.
3 – Buscar continuamente a santidade
O Papa João Paulo II disse que “a santidade é a força mais poderosa para levar Cristo às pessoas”. Os santos abalaram o mundo, e a maioria deles sem usar avião, computador e, microfone. Basta olhar para os exemplos de São Francisco, Santo Inácio de Loyola, São João Bosco, Santa Teresa, Santa Teresinha, São João Vianney… abalaram o mundo pela força da sua santidade. Estou convencido de que em primeiro lugar o pregador deve buscar a santidade. Se ele fizer isso, Deus vai chamá-lo para muitas missões, sem ele precisar se oferecer para isso. Deus disse a Abrão: “Anda na minha presença e sê integro” (Gen 17,1). De nada adianta um bom microfone sem que haja por trás alguém que busque a santidade. Deus usa os pregadores que buscam a santidade. Daí a importância do pregador se examinar continuamente e se confessar sempre.
Bem nos lembrava São Francisco de Assis que dizia: “Pregue o evangelho em todo tempo, se necessário use palavras”. Ou seja, mais do que pregar com palavras, o principal é pregar com a vida!
4 – Trabalhar com “reta intenção”
Pregar por amor a Jesus e pela salvação das almas; isto é, só por Jesus, nada mais. A motivação do pregador deve ser a mesma de Jesus: ir buscar as ovelhas perdidas, porque no Céu a mais alegria por um pecador que se converte do que por 99 convertidos. Essa é a mola propulsora da evangelização.
Como disse São Paulo: “Tudo o que fizerdes, fazei de bom coração, como para o Senhor e não para os homens, certos de que recebereis a recompensa das mãos do Senhor. Servi a Cristo Senhor” (Col 3, 17.23).
É um grande perigo, uma cilada do inimigo, deixar-se levar pelos aplausos e pelas recompensas. O trabalhador tem direito ao salário; o pregador consagrado, “que vive do Evangelho”, e que não tenha outro rendimento, deve receber o necessário para as suas necessidades e de sua família; mas os outros não devem exigir nada além das despesas da própria missão (transporte, alimentação, etc.). “Dai de graça o que recebestes de graça” (Mt 10,10).
Leia também: Pregar com a vida
A responsabilidade dos pregadores
A Palavra de Deus é viva e eficaz!
5 – Priorizar as pregações
Quando as solicitações para pregações são muitas, então, será necessário estabelecer um critério para atender aos pedidos mais necessários, que mais necessitam de uma evangelização. Não é apenas o número de ouvintes que mais importa, mas a necessidade das pessoas. Jesus trabalhou mais tempo com doze discípulos, e mais os 72 que enviou dois a dois; mas não deixava de pregara para as multidões. Às vezes um grupo menor produz mais resultado que um grupo grande. É uma tentação deixar de pregar para pequenos grupos, principalmente quando são formadores de opinião (universitários, professores, profissionais liberais, etc.).
6 – Pregar em nome de Cristo e da Igreja
O pregador não é autônomo; é obrigado a pregar segundo o que ensina o Sagrado Magistério da Igreja. Para isso, deve observar criteriosamente o que a Igreja ensina, no Catecismo e nos documentos, sobre o tema que vai pregar. O Magistério explica a Bíblia, que nem sempre é fácil de ser entendida. O pregador não pode proibir o que a Igreja não proíbe; não pode aprovar o que a Igreja não aprova; não pode ensinar o que a Igreja não ensina, e não pode querer saber o que a Igreja não sabe. É um perigo espiritual. Ele não pode discordar nunca de um ensinamento da Igreja. Limite-se a ensinar o que a Igreja sabe e ensina. “A salvação está na verdade” (n. 851), diz o Catecismo. Para ser preparado, o pregador deve estudar sempre. Conhecer bem os dogmas da fé, as verdades sobre os sacramentos, a moral católica, etc…
O pregador não pode querer agradar as pessoas apenas afetivamente com a pregação, mas deve leva-las a meditar com profundidade na sua vida espiritual. Uma dose adequada de sensibilidade é conveniente, mas a conversão não pode ser buscada só por esse caminho. As pessoas imaturas na fé buscam a emotividade espiritual, então, o pregador não pode se perder nisso. Ajuda muito a pregação, os bons livros, sobretudo os escritos dos santos e o estudo de suas vidas.
7 – Preparar bem a pregação
Antes de tudo colocar-se em oração e pedir a luz do Espírito Santo para ser assistido e guiado na pregação; “ouvir a moção interior do Espírito Santo” sobre o assunto a pregar. Em seguida, preparar a pregação usando a Bíblia, o Catecismo, os livros, os documentos, etc.
A pregação deve ser clara, profunda e seguir uma sequência que vá aos poucos tornando mais fácil o entendimento da matéria que se deseja ensinar. Pode-se seguir um esquema escrito, mas sem se prender muito ao papel e à leitura para não cansar os ouvintes. A doutrina explanada sobre um assunto deve ser exemplificada sempre que possível com exemplos concretos e que sirvam de esclarecimento sobre o tema abordado. O uso de parábolas, como Jesus fazia, de histórias adequadas, ajuda o entendimento melhor do assunto, tirando-se delas lições importantes.
8 – Consagrar-se a Deus, aos anjos e aos santos
A pregação visa a mudança de comportamento dos ouvintes segundo o Evangelho. Claramente, o Inimigo de Deus e nosso, não fica satisfeito com isso, e de muitas formas tenta atrapalhar a vida do pregador e a pregação. Portanto, o pregador deve estar sempre em alerta, vigilante, se consagrar a Santíssima Trindade, e se recomendar à Virgem Maria, aos anjos e santos. E não deve temer pelo trabalho a executar, e nem temer o que o Mal possa querer fazer. Nada ele pode fazer sem o consentimento de Deus. Jesus disse: “Eis que Eu estou convosco todos os dias até o fim do mundo” (Mt 28,20). Ele é a segurança do pregador. Se você se preparou e rezou, tenha plena confiança de que a pregação será frutuosa. Nos meus 45 anos de pregador, desde a juventude, nunca vi um Encontro bem preparado dar errado, não ser bem concluído e não dar fruto. A mesma coisa posso dizer das pregações. A obra é de Jesus, Ele cuida dela. A Igreja tem o hábito de terminar as pregações sempre invocando a Virgem Maria e suas virtudes.
apostolado_menor9 – O tema da pregação
Este deve ser fornecido, em princípio, por quem a solicita, dentro de um programa a ser cumprido. Se for dado ao pregador a escolha do tema, ele deve ouvir as pessoas que o solicitaram para saber da necessidade espiritual do grupo para o qual vai pregar. Se isso não for possível, peça ao Espírito Santo que o ilumine para escolher o tema. Conheça para quem você vai pregar, o nível intelectual das pessoas, as maiores necessidades espirituais, e use os recursos adequados a cada auditório e local (microfone, data show, slides, música, encenação, etc.). é muito importante escolher bem esses recursos e prepara-los bem.
10 – Saiba ouvir as críticas construtivas
O pregador pode errar em alguma afirmação; eu já errei várias vezes. E o seu compromisso não pode ser consigo, mas com a verdade ensinada pela Igreja. “A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3,15). Então, devemos dar graças a Deus quando alguém nos corrige; não podemos ficar magoados ou feridos. Não, confira se foi erro mesmo e faça a correção como for possível. A observação dos irmãos nos ajuda na vida de pregador; eles nos incentivam, comprovam o bom trabalho, etc..
Prof. Felipe Aquino

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São Timóteo

São Timóteo, um apóstolo de entrega total a Jesus Cristo
São Timóteo Primeiro bispo de Éfeso; conheceu e foi discípulo de Nosso Senhor seguindo as pegadas do Evangelista João

Sua vida foi marcada pela evangelização, pela santidade de São Paulo e também de São João Evangelista. A respeito dele, certa vez, São Paulo escreveu em uma de suas cartas: “A Timóteo, filho caríssimo: graça, misericórdia, paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, Nosso Senhor!” (II Timóteo 1,2).

Nesta carta, vamos percebendo que ele foi fruto de uma evangelização que atingiu não somente a ele, mas também sua família: “Quando me vêm ao pensamento as tuas lágrimas, sinto grande desejo de te ver para me encher de alegria. Confesso a lembrança daquela tua fé tão sincera que foi primeiro a de tua avó Lóide e de tua mãe, Eunice e, não tenho a menor dúvida, habita em ti também”. (II Timóteo 1,4-5) Por isso, São Paulo foi marcado pelo testemunho de São Timóteo, que se deixou influenciar também por São Paulo. Tornou-se, mais tarde, além de um apóstolo, um companheiro de São Paulo em muitas viagens.

Primeiro bispo de Éfeso, foi neste contexto que ele conheceu e foi discípulo de Nosso Senhor seguindo as pegadas do Evangelista João.

Conta-nos a tradição que, no ano de 95, o santo havia sido atingido por pagãos resistentes à Boa Nova do Senhor e, por isso, martirizado. São Timóteo, homem de oração, um apóstolo de entrega total a Jesus Cristo. Viveu a fé em família, mas também propagou a fé para que todos conhecessem Deus que é paz.

Peçamos a intercessão desse grande santo para que sejamos apóstolos nos tempos de hoje.

São Timóteo, rogai por nós!

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São Paulo

Conversão de São Paulo, o apóstolo dos gentios
Conversão de São Paulo Autorizado, buscava identificar cristãos, prendê-los, enfim, acabar com o Cristianismo

O apóstolo dos gentios e das nações nasceu em Tarso. Da tribo de Benjamim, era judeu de nação. Tarso era mais do que uma colônia de Roma, era um município. Logo, ele recebeu também o título de cidadão romano. O seu pai pertencia à seita dos fariseus. Foi neste ambiente, em meio a tantos títulos e adversidades, que ele foi crescendo e buscando a Palavra de Deus.

Combatente dos vícios, foi um homem fiel a Deus. Paulo de Tarso foi estudar na escola de Gamaliel, em Jerusalém, para aprofundar-se no conhecimento da lei, buscando colocá-la em prática. Nessa época, conheceu o Cristianismo, que era tido como um seita na época. Tornou-se, então, um grande inimigo dessa religião e dos seguidores desta. Tanto que a Palavra de Deus testemunha que, na morte de Santo Estevão, primeiro mártir da Igreja, ele fez questão de segurar as capas daqueles que o [Santo Estevão] apedrejam, como uma atitude de aprovação. Autorizado, buscava identificar cristãos, prendê-los, enfim, acabar com o Cristianismo. O intrigante é que ele pensava estar agradando a Deus. Ele fazia seu trabalho por zelo, mas de maneira violenta, sem discernimento. Era um fariseu que buscava a verdade, mas fechado à Verdade Encarnada. Mas Nosso Senhor veio para salvar todos.

Encontramos, no capítulo 9 dos Atos dos Apóstolos, o testemunho: “Enquanto isso, Saulo só respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor. Apresentou-se ao príncipe dos sacerdotes e pediu-lhes cartas para as sinagogas de Damasco, com o fim de levar presos, a Jerusalém, todos os homens e mulheres que seguissem essa doutrina. Durante a viagem, estando já em Damasco, subitamente o cercou uma luz resplandecente vinda do céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’. Saulo então diz: ‘Quem és, Senhor?’. Respondeu Ele: ‘Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro te é recalcitrar contra o aguilhão’. Trêmulo e atônito, disse Saulo: ‘Senhor, que queres que eu faça?’ respondeu-lhe o Senhor: ‘Levanta-te, entra na cidade, aí te será dito o que deves fazer’”.

O interessante é que o batismo de Saulo é apresentado por Ananias, um cristão comum, mas dócil ao Espírito Santo.

Hoje estamos comemorando o testemunho de conversão de São Paulo. Sua primeira pregação foi feita em Damasco. Muitos não acreditaram em sua mudança, mas ele perseverou e se abriu à vontade de Deus, por isso se tornou um grande apóstolo da Igreja, modelo de todos os cristãos.

São Paulo de Tarso, rogai por nós!

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Espera no Senhor

Quem espera no Senhor é feliz
Em nosso coração existe o anseio de felicidade, e Deus nos ensina o caminho para sermos felizes

Lúcio Domício. Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
Lúcio Domício. Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

O coração humano projeta o caminho, mas é o Senhor quem dirige os passos.

Começo fazendo uma pergunta muito inocente: Quem quer ser feliz?

Cada um de nós traz dentro do coração um desejo profundo de ser feliz. Muitos de nós traçam um projeto chamado felicidade. Deus nos criou para sermos felizes, e esse é projeto d’Ele para nossa vida. No entanto, em tantos momentos de nossa vida não somos felizes, queremos parar de viver, achamos que a melhor solução seja deixar de lado as pessoas com quem estamos, romper o relacionamento com elas.

Nós temos um conceito errado de felicidade. Então, vamos mudar a pergunta: O que é ser feliz? Provavelmente, você terá sua resposta, mas outras pessoas têm outra percepção de felicidade. Por isso vivemos uma confusão, porque entre nós é gerado tantos conceitos de felicidade.

O que Deus quer nos ensinar?

O Senhor quer nos ensinar o caminho da felicidade, e esse desejo foi plantado por Ele em nosso coração.

A Palavra meditada está em Provérbios 16,20: “O instruído na palavra encontrará a felicidade; quem espera no Senhor, esse é feliz”.

Esse capítulo bíblico vêm recheado de lições, vem para nos ensinar a viver! O Senhor, nesta pregação, está dizendo que quem vive a vida na esperança, na Sua ação e confiança é feliz. Para sermos felizes é preciso, em primeiro lugar, aproximarmo-nos do Senhor, colocar a nossa vida em comunhão com Ele.

É impossível uma pessoa ser feliz sem Deus! A nossa vida é recheada de desafios, e quando menos esperamos, os desentendimentos batem à nossa porta. Quantas pessoas colocam o sentido de sua vida no dinheiro que ganham, mas, de repente, têm a consciência de que o dinheiro não compra tudo.

Deus nos criou para sermos felizes, e o princípio da felicidade está em colocarmos a nossa vida em Suas mãos. O Pai está disposto a caminhar conosco. É tão bom fazer a experiência de dar a mão ao filho e conduzi-lo! Deus é assim, está nos estendendo Sua mão e dizendo: “Eu quero levá-lo ao caminho da felicidade!”.

Caminhar nos caminhos do Senhor é certeza de felicidade, e a Palavra nos diz: “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com todo o teu entendimento; e teu próximo como a ti mesmo!” (Lucas 10,27). A Palavra de Deus nos ensina o essencial!

Quantas pessoas não são felizes, porque vivem numa busca desenfreada do “ter”. Quantas pessoas abrem o seu guarda-roupa e têm, ali, roupa suficiente para vestir umas quatro ou cinco pessoas, mas quando passa uma pessoa necessitando de roupa, diz que não tem nada. O caminho que precisamos para a nossa vida é o “caminho do necessário”. Faça a experiência de retirar da sua casa aquilo que não usa mais e dar a quem necessita! Imagine a alegria dessa pessoa!

A Palavra de Deus vai iluminando nosso coração para nos mostrar que é feliz aquele que ama. E quem não ama, não é feliz!

Peregrinos participam da Quinta-feira de Adoração na Canção Nova. Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
Peregrinos participam da Quinta-feira de Adoração na Canção Nova. Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
Você quer amar o quanto quer ser feliz?

Vivemos essa alienação em sermos felizes, mas para sermos felizes é preciso viver o amor, perdoarmos sempre.

No perdão está a felicidade. Existe alguém que você precisa perdoar? É comprovado cientificamente que a falta de perdão gera em nós o ressentimento, aquela coisa ruim que nos mostra, a todo tempo, que temos algo de ruim em nós. A receita da felicidade de que precisamos está na Palavra de Deus!

Podemos adotar uma nova conduta de vida. Você tem Bíblia? Quem quer ser feliz precisa ter a Palavra nas mãos e no coração!

O que é esperar no Senhor?

Esperar contra toda a desesperança, esperar que aquele seu filho que está entregue nas drogas possa encontrar o sentido da vida; esperar que o vazio do seu coração possa ser preenchido pela Palavra de Deus.

Há uma frase de que gosto muito: “Para acontecer um milagre, é preciso condições impossíveis; para acontecer um grande milagre, é preciso condições improváveis”. A sua esperança precisa estar colocada numa única pessoa: no Senhor!

Deus nunca nos abandona, não se afasta de nós quando tudo está sem controle nem tira férias quando tudo é bênção em nossa vida.

A nossa vida parte do dia a dia com Deus, o conhecimento d’Ele é infinito e vai sendo, pouco a pouco, revelado a nós. No início, pode ser difícil, pode ser que você queira ouvir Deus, mas não consiga. Porém, à medida em formos galgando nossa vida de oração, tudo ficará no ritmo, porque nenhuma tribulação é para sempre! Espere no Senhor!

Transcrição e adaptação: Karina Aparecida

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Por que ler a Bíblia

Por que ler a Bíblia? É preciso ler todos os livros da Bíblia, entendendo que tudo converge para Jesus

A Bíblia é palavra inspirada, é Deus que se revela aos homens; em contrapartida, é necessária a fé de quem a lê. É preciso a adesão da fé para que essa palavra produza frutos na vida de quem se debruça sobre a Palavra de Deus e acredita na ação divina. E para que esta fé exista é preciso contar com o auxílio do Espírito Santo que nos direciona a Deus e nos dá o entendimento necessário para aceitar e crer na Revelação.

Por que ler a bíblia

Já nos ensinou São Jerônimo: “Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo”. Não podemos ignorar Jesus. Temos de contar com o Espírito Santo, que nos conduz na leitura da Sagrada Escritura e nos põe no caminho do Cristo. Ler e acreditar na Sagrada Escritura é caminhar com o Senhor, é ouvir o Seu convite: “Vem e segue-me!”

Daí a importância de lermos a Sagrada Escritura, em especial os Evangelhos. Toda a Bíblia é Revelação de Deus. O Antigo Testamento e o Novo Testamento possuem a mesma importância, mas os Evangelhos têm um lugar de excelência, pois ali se encontra a vida de Jesus e todos os outros livros se convergem para o centro que é o Cristo.

Orienta-nos a Dei Verbum, Constituição Dogmática sobre a Revelação Divina: Ninguém ignora que entre todas as Escrituras, mesmo do Novo Testamento, os Evangelhos têm o primeiro lugar, enquanto são o principal testemunho da vida e doutrina do Verbo encarnado, nosso salvador.

É preciso ler todos os livros da Bíblia, entendendo que tudo converge para Jesus. E quando lemos os quatro Evangelhos não é diferente. É importante ler estes livros para percebermos vários aspectos da vida de Jesus. Os quatro Evangelhos se completam. Cada um possui suas características próprias e vistos em conjunto nos ajudam a conhecer e seguir Jesus.

O Evangelho segundo São Marcos, por exemplo, quer nos apresentar a pessoa de Jesus. Precisamos conhecê-Lo, pois decidimos segui-Lo. Com o Evangelho de São Mateus, considerado o mais catequético dos quatro, aprendemos ensinamentos de Jesus, pois só é possível segui-Lo se soubermos como escolher o Seu caminho nas situações da vida. O Evangelista São Lucas nos apresenta a universalidade da mensagem de Cristo. É para todos! E somos chamados a anunciar essa mensagem a todos. E, por fim, o Evangelho segundo São João, que possui uma literatura mais simbólica, pois nos propõe a fé nos mistérios de Jesus, que é Deus.

Conhecer Jesus, saber Seus ensinamentos, levar a mensagem de salvação aos outros e experimentar fé nos mistérios divinos, eis alguns dos motivos pelos quais devemos ler e estudar os Evangelhos. Além disso, nos permitir compreender que Jesus é o centro da Sagrada Escritura, e assim ler cada um dos outros livros da Bíblia com suas características próprias e relacionando-os com os demais [livros bíblicos], é um bom caminho para aceitar o convite da Igreja de que nos debrucemos gostosamente sobre o texto sagrado (Dei Verbum), ou seja, sintamos seu sabor, seu gosto na nossa vida.

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Casa sobre a Rocha

http://www.radiodejesus.com/site/wp-content/uploads/2015/01/familia.jpgTemos assistido a triste desintegração de nossas casas. São lares confiados a nós por Deus, mas construídos sobre a areia. São famílias conduzidas pela sabedoria do mundo.

Infelizmente, nossos lares deixaram de ser construídos na rocha: não são mais edificados em Deus. Jesus avisa que “será grande a ruína” da casa sobre a areia. Quando olhamos para a sociedade, vemos que muitas casas (famílias) são arrastadas pelas tempestades: casais separados e sofridos, filhos abandonados e carentes.

A destruição da família tem como consequência jovens carentes de amor dos pais que buscam a compensação do seu vazio nas drogas, no álcool, na violência, no sexo e no crime. E a família é destruída, porque não estava sobre a Rocha que é o próprio Deus!

O Senhor nos chama a deixar a mentalidade que o mundo nos têm transmitido para sermos reconstrutores desta arca da salvação que é a família. Não mais construída na areia, no egoísmo, mas reconstruída em bases sólidas, no amor em Deus. Isso significa doação, entrega, dor…

O Senhor nos convida a ser os construtores da nossa casa. E Ele próprio nos mostra os meios: a Palavra de Deus, a oração, os mandamentos divinos, o sofrimento acolhido com amor.

Nossa geração aplaude os que vivem na infidelidade, no adultério, e nos induz a fazer o mesmo. Nossas famílias são violentamente agredidas. Deus quer salvar você e toda a sua família. Você é o Noé que Deus escolheu para reconstruir a arca, que é a sua casa.

Esteja com Jesus, o único Cristo: a Salvação do seu lar, de seu casamento e de sua família. Entretanto, para você ter coragem de negar as propostas do mundo e não entrar pela porta larga, é necessário encher-se do Espírito Santo. Do contrário, você acaba perdendo a direção e a coragem.

Seja o canal de salvação, como foi Noé. A arca precisa ter o casco íntegro, sem furo nenhum, firmado na pedra angular: Nosso Senhor Jesus Cristo.

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Fonte: Canção Nova

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A alegoria da vinha

A Palavra do Pastor – A Alegoria da Vinha

“Eu sou a videira verdadeira e o meu Pai é o agricultor”( Jo.15, 1).
Os Israelitas tinham em todo o seu território um grande cultivo de vinhas. A bíblia está cheia de passagens referentes a importância da vinha para os judeus. De Noé a Cristo é mencionado sobre o cultivo de vinhas. “Noé começou a praticar a agricultura e plantou uma vinha”( Gn 9, 20). O profeta Jeremias nos fala do cultivo das vinhas na recostrução do país:“De novo plantarás vinhedos nos morros da Samaria e delas colherão os frutos”(Jr. 31, 5). E o profeta Isaias salienta a importância desse cultivo para a vida do povo: “Por que os gritos de alegria sumiram da tua vindima, da tua safra. A alegria e a animação sumiram dos pomares. Nos vinhedos ninguém mais alegre cantando, ninguém mais pisando as uvas no lagar; acabou aquela algazarra!(Is. 16, 9b-11).
Os textos mencionados mostram que a vinicultura era muito difundida entre o povo de Israel e seus paises vizinhos. Por isso a vinha é tomada sempre como símbolo e figura da relação de Deus com o seu povo escolhido e amado. Tudo de bom que o povo tinha, ele recebeu de Javé, o seu Deus. Daí a necessidade do povo corresponder sempre ao amor de Deus. A aliança exigia do povo uma fidelidade absoluta. Mais tarde os profetas mostraram o lado positivo e o significado figurado da vinha. Não se limitaram a descrever a vinha, mas vão mais longe ao representar a concepção espiritual da vinha. Assim eles colocam os fundamentos seguros dos quais no Novo Testamento Jesus iria basear a sua doutrina, reino dos céus, ao falar da vinha, como sendo o símbolo da relação dos homens com a Igreja ou melhor a relação dos cristãos com Jesus Cristo (Jo.15, 1 8).
A importância exegética da vinicultura entre os Judeus e o seu relato frequente na bíblia está na linguagem figurada. O povo de Israel é apresentado como sendo a vinha plantada por Javé. “Tiraste uma videira doEgito, para transplantá-la expulsaste os povos”(Sl. 80,9). Deus planta e cuida dela sempre, mostrando assim os cuidados incontáveis dispensados por Ele ao seu povo. Assim como o lavrador dedica com desvelos especiais à sua vinha que lhe custou tantos e pesados trabalhos e não menos suores, assim também Deus tem cuidado e amor todo singular para com o seu povo. Temos vários símbolos para representar, para personificar a vinha. No Eclesiástico a vinha é a figura ou símbolo da mulher do justo.”Tua mulher será em teu lar como uma vinha fecunda” Elco. 24, 13).
O reino de Deus que Jesus veio estabelecer é comparado como um pai de família, patrão que contrata operários para sua vinha. O reino dos céus, é como a vinha que Deus plantou neste mundo. Cada um é chamado a pertencer a esta vinha, a Igreja de Cristo. Fazer parte desta Igreja é um dom ortogado pela benevolência de Deus. Contudo não pode faltar o esforço pessoal de cada um para pertencer e desenvolver diante deste reino. Para compreender este reino é preciso olhá-lo com olhos espirituais, com os olhos da fé.
A alegoria da videira (Jo.15,1-11), é o reino de Deus, o mundo das realidades sobrenaturais. Jesus usa a alegoria da videira para nos ensinar a relação profunda e vital que existe entre Ele e os cristãos, nos é apresentado a união vital entre os ramos e a videira. Pela união com Cristo pelo batismo a pessoa humana fica divinizada. É uma realidade misteriosa, mas verdadeira. Esta doutrina é a base da doutrina do Corpo Místico de Cristo.
Dom Getúlio Teixeira Guimarães, SVD

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