Aprendendo com os Santos

 

Aprendendo com os Santos do mês medite com calma sobre estas frases de Pe. Pio

Amor, Cruz e Humildade

O amor é a rainha das virtudes. Como as pérolas se ligam por fio, assim as virtudes, pelo amor. Fogem as perola quando se rompe o fio. Assim também as virtudes se desfazem afastando – se o amor.

É preciso amar, amar e nada mais.

O amor nada mais é do que um brilho de Deus nos homens.

Não queremos aceitar o fato de que o sofrimento é necessário para nossa alma e de que a cruz deve ser o nosso pão cotidiano. Assim como o corpo precisa ser nutrido, também a alma precisa da cruz, dia a dia, para purifica – lá e desapegá – la das coisa terrenas. Não queremos entender que Deus não quer e não pode salvar – nos nem santificar – nos sem a cruz. . Quanto mais Ela chama uma alma a Si, mais a santifica por meio da cruz.

Meu Deus, perdoa – me. Nunca Te ofereci nada na minha vida e, agora por este pouco que estou sofrendo, em comparação a tudo o que Tu oferece na Cruz, eu reclamo injustamente!

Pense em Jesus fragelado por a amor a você, e ofereça a com generosidade um sagrificio a a Ele.

Sejam como pequenas abelhas espirituais, que levam para sua colmeia apenas mel e cera. Que, por meio de sua conversa, sua casa seja repleta de docilidade, paz, concórdia, humildade e piedade!

Onde a mais sagrificio, há mais generosidade.

É doce o viver e o penar para trazer beneficios aos irmãos e para tantas almas que, vertinosamente, desejam se justificar no mal, a despeito do Bem Supremo.

Os corações fortes e generosos não se lamentam, a não ser por grandes motivos e, ainda assim, não permitem que tais motivos penetrem fundo no seu intimo.

A mansidão reprime a ira. 

Jesus esta com você, e o Cirineu não deixa de ajudar – ter a subir o Calvário.

Como Jesus, preparamo – nos a duas ascenções: uma ao Calvário a outra ao Céu. A ascenção ao Calvário, se não for alegre, deve ao menos se resignada!

Se quisermos colher é necessário não só semear, mas espalhar as sementes num bom campo. Quando as sementes se tornarem plantas, devemos cuidá – las para que as novas plantas não sejam sufocadas pelas ervas daninhas.

O Senhor nos dá tantas graças e nós pensamos que tocamos o céu com um dedo. Não sabemos, no entanto, que para creser precisamos de pão duro, das cruzes, das humilhações, da provações e das cantradições.

A maior caridade é aquela que arranca as pessoas vencidas pelo demônio, a fim de ganha – las de Cristo. E isso eu faço assíduamente noite e dia.

É na dor que o amor se torna mais forte. 

Amemos ao próximo. Custa tão pouco querer bem ao outro.

A humildade e a caridade são as cordas mestras. Todas as outras virtudes dependem delas. Uma é a mais baixa: a outra é a mais alta.Aprendendo 

O Senhor se comunica conosco à medida que nos libertamos do nosso apego aos sentidos, que sacrificamos nossa vontade própria e que edificamos nossa vida na humildade.

Onde não há obediência, não há virtude. Onde não há virtude, não há bem, não a amor: e onde não amor, não há Deus; e sem Deus não se chega ao Paraiso. Tudo isso é como uma escala: se faltar um degrau, caímos.

 

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Sabedoria de Salomão

A Sabedoria de Salomão Dom Murilo S.R. Krieger, scj Arcebispo de São Salvador da Bahia “O Senhor apareceu a Salomão durante a noite e lhe disse: “Pede-me o que queres que eu te dê!” (1Re 3,5). Que bela oportunidade o jovem rei tinha diante de si! Poderia pedir uma vida longa, muita riqueza ou mesmo a morte de seus inimigos. Deixou, contudo, tudo isso de lado, fez uma bela oração e pediu: “Dá a teu servo um coração que saiba perceber a verdade, para julgar o teu povo e discernir entre o bem e o mal. Pois quem poderia governar este teu povo tão numeroso?” (v. 9). O pedido de Salomão agradou tanto a Deus que não só foi atendido, mas até elogiado. Tendo desejado inteligência para praticar a justiça, recebeu mais: “um coração tão sábio e inteligente, como nunca houve outro igual” antes ou depois dele (cf. v. 12). A riqueza e a glória lhe foram dadas por acréscimo; e a promessa de uma vida longa ficou condicionada a levar uma vida reta. Pouco tempo depois, Salomão viu-se diante de um delicado problema: duas prostitutas apresentaram-se diante dele. Uma delas lhe disse: “Com licença, Majestade! Eu e esta mulher estamos morando na mesma casa; eu tive um filho enquanto ela estava em casa. Três dias depois de eu ter dado à luz, também esta mulher teve um filho. Estávamos só nós duas. Não havia nenhum estranho conosco na casa, além de nós duas. Ora, morreu o filho desta mulher durante a noite, pois ela se tinha deitado sobre ele. Aí ela se levantou de noite, enquanto esta tua criada estava dormindo, tirou o meu filho de junto de mim e o colocou no seio dela, e o filho dela que estava morto o pôs no meu seio. De manhã, quando me levantei para amamentar o meu filho, vi com surpresa que estava morto; mas quando o examinei mais de perto, reparei que não era o filho que eu tinha dado à luz.” A outra mulher contestou: “Não é verdade! É meu filho que está vivo, e o teu é que está morto!” Mas a primeira replicou: “Mentira! Teu filho está morto e é o meu que está vivo!” Desta maneira elas discutiam diante do rei.” (1Re 3,17-22) Cabia ao rei Salomão pronunciar uma sentença, que não teria apelações. Os elementos que tinha para seu julgamento não o ajudavam muito: contava apenas com as afirmações das duas mães – e afirmações contrárias. Somente uma delas estava dizendo a verdade, mas qual? Era grande o perigo de enganar-se e cometer uma injustiça. Numa intuição marcada pela sabedoria, disse: “Trazei-me uma espada!” (v. 24). E completou: “Cortai em dois pedaços a criança viva e dai uma metade a uma e a outra metade à outra” (v. 25). Nessa hora, a reação de cada uma das mulheres foi esclarecedora. A mãe do filho vivo, movida pelo amor materno, falou ao rei: “Por favor, meu senhor, dai a ela a criança viva, e não a mateis”. A outra, porém, fez uma observação marcada pela frieza: “Não seja nem para mim nem para ela: cortai-a em dois pedaços” (v. 26). Para o rei, não havia mais dúvidas sobre a decisão a ser tomada. Apontando em direção da primeira mulher, disse: “Dai o menino vivo a essa mulher; não o mateis, pois é ela a sua mãe” (v. 27). O povo foi tomado, então, de grande admiração pela decisão de Salomão e passou a respeitá-lo, pois viu que era um rei sábio. Esta belíssima página da Bíblia tem importante ensinamento para os que, na sociedade, ocupam cargos ou funções que os colocam em situações semelhantes à vivida por Salomão. São políticos ou empresários, diretores de escolas ou juizes, industriais ou líderes, pais ou mães de família que precisam tomar decisões e, não poucas vezes, sentem-se divididos interiormente. Sabem que, se tomarem uma decisão errada, poderão causar sofrimento a muitos. No entanto, são poucos os elementos que têm à disposição para um julgamento imparcial. É nessa hora que precisam pedir a Deus o dom da sabedoria – um dom, por sinal, que deveria ser pedido sempre, diariamente, já que qualquer decisão precisa ser sábia e, portanto, justa. Poderão fazer sua a oração de Salomão (1º Livro dos Reis 3,6-9); poderão, também, repetir a oração que se encontra no Livro da Sabedoria, capítulo nove. Ambas agradam muito o Senhor, porque o mesmo Espírito Santo que as inspirou é que estará rezando estas preces em seus corações. FONTE: Arquidiocese de São Salvador da Bahia/BA

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O jovem em busca da verdade

O jovem em busca da verdade

Postado em 7 de setembro de 2014 por Redação2
“É próprio da condição humana e, particularmente, da juventude buscar o Absoluto, o sentido e a plenitude da existência. Amados jovens, não vos contenteis com nada menos do que os mais altos ideais! Não vos deixeis desanimar por aqueles que, desiludidos da vida, se tornaram surdos aos anseios mais profundos e autênticos do seu coração. Tendes razão para não vos resignardes com diversões insípidas, modas passageiras e projetos redutivos. Se mantiverdes com ardor os vossos anelos pelos Senhor, sabereis evitar a mediocridade e o conformismo, tão espalhados na nossa sociedade”. Isto foi dito pelo Papa João Paulo II aos jovens em preparação para a XVII Jornada Mundial da Juventude e, como podemos ver, são palavras fortes que convidam e, ao mesmo tempo, impelem à busca da verdade autêntica.

O anseio pela verdade é algo intrínseco ao ser humano. Desde sempre ele a procura de várias formas e em diversos lugares, mas nem sempre alcança aquela verdade plena que se há de manifestar na última revelação de Deus: “Agora, vemos em espelho e de modo confuso; mas então, será face a face. Agora, o meu conhecimento é limitado; então, conhecerei como sou conhecido” (1Cor 13,12).

No mundo atual, onde tantos homens e mulheres pensam e vivem como se Deus não existisse, torna-se difícil para o jovem encontrar com segurança o caminho da verdade; por isso deixa-se atrair facilmente por formas irracionais de filosofias que desvirtuam o sentido primeiro e último da vida: Deus. O grande mal que se abate sobre os jovens não é a droga, mas a falta de sentido da vida; sem este, o tempo que deveria ser recheado de descobertas fantásticas, torna-se um peso, onde nada é satisfatório e tudo é vazio…

Mas você, que é jovem, não pode desanimar diante dessa realidade; é preciso coragem para deixar que o Evangelho seja o condutor das suas opções e de toda a sua vida! “Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, a fim de conhecerdes a vontade de Deus: o que é bom, o que lhe é agradável e o que é perfeito” (Rm 12,2).

“A filosofia moderna possui, sem dúvida, o grande mérito de ter concentrado a sua atenção sobre o homem. (…) Ela deu os seus frutos nos diversos âmbitos do conhecimento, favorecendo o progresso da cultura e da história. (…) A antropologia, a lógica, as ciências da natureza, a história, a linguística, de algum modo todo o universo do saber foi abarcado. Todavia, os resultados positivos alcançados não devem levar a transcurar o fato de que essa mesma razão, porque ocupada a investigar de maneira unilateral o homem como objeto, parece ter-se esquecido de que este é sempre chamado a voltar-se também para uma realidade que o transcende. Foi assim que a razão, sob o peso de tanto saber, em vez de exprimir melhor a tensão para a verdade, curvou-se sobre si mesma, tornando-se incapaz, com o passar do tempo, de levantar o olhar para o alto e de ousar atingir a verdade do ser” (Fé e Razão, 5).

Em toda a história da humanidade a filosofia foi dando respostas necessárias ao homem, mas ao desviar-se do centro, que é Deus, deixou de ser ponte e passou a ser um muro que somente com o auxílio da fé é possível transpor. Mas quando alguém se determina a encontrar a verdade faz, sem dúvida, a maravilhosa experiência da liberdade, “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8,32).

É necessário que o jovem tenha um encontro pessoal com Cristo, “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14,6), com o Absoluto, para que seus critérios de avaliação e opções não sejam dominados pela técnica ou pelas paixões desordenadas.

Buscar a verdade é buscar a Cristo! E na vida do jovem esta busca perpassa a escolha da profissão, a descoberta do amor humano, o anseio de fazer algo grandioso, a luta para firmar as próprias convicções.

“Na realidade, é Jesus quem buscais quando sonhais com a felicidade; é Ele quem vos espera, quando nada do que encontrais vos satisfaz; Ele é a beleza que tanto vos atrai; é Ele quem vos provoca com aquela sede de radicalidade que não vos deixa ceder a compromissos; é Ele quem vos impele a depor as máscaras que tornam a vida falsa; é Ele quem vos lê no coração as decisões mais verdadeiras que outros quereriam sufocar. É Jesus quem suscita em vós o desejo de fazer da vossa vida algo de grande, a vontade de seguir um ideal, a recusa de vos deixardes submergir pela mediocridade, a coragem de vos empenhardes, em humildade e perseverança, no aperfeiçoamento de vós próprios e da sociedade, tornando-a mais humana e fraterna” (João Paulo II).

Permita-se, portanto, ser atraído por aquilo que conduz à verdade; que não corrompe os sentidos. Muitas vezes a verdade vai atuar em nós como um remédio forte lançado sobre um ferimento grave: dói, mas cura! “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8,32). Não é alienação persistir na busca da verdade e deixar que sua vida seja conduzida por Cristo e para Ele; alienação é viver de forma contrária à própria essência, e sua essência é Deus: Amor e Verdade. Sem a verdade, não é possível encontrar a verdadeira felicidade!

 

 

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Santa Mônica

Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, no ano 331, no seio de uma família cristã. Desde muito cedo dedicou sua vida a ajudar os pobres, que visitava com freqüência, levando o conforto por meio da Palavra de Deus. Teve uma vida muito difícil. O marido era um jovem pagão muito rude, de nome Patrício, que a maltratava. Mônica suportou tudo em silêncio e mansidão. Encontrava o consolo nas orações que elevava a Cristo e à Virgem Maria pela conversão do esposo. E Deus recompensou sua dedicação, pois ela pôde assistir ao batismo do marido, que se converteu sinceramente um ano antes de morrer.

Tiveram dois filhos, Agostinho e Navígio, e uma filha, Perpétua, que se tornou religiosa. Porém Agostinho foi sua grande preocupação, motivo de amarguras e muitas lágrimas. Mesmo dando bons conselhos e educando o filho nos princípios da religião cristã, a vivacidade, inconstância e o espírito de insubordinação de Agostinho fizeram que a sábia mãe adiasse o seu batismo, com receio que ele profanasse o sacramento.

E teria acontecido, porque Agostinho, aos dezesseis anos, saindo de casa para continuar os estudos, tomou o caminho dos vícios. O coração de Mônica sofria muito com as notícias dos desmandos do filho e por isso redobrava as orações e penitências. Certa vez, ela foi pedir os conselhos do bispo, que a consolou dizendo: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.

Agostinho tornou-se um brilhante professor de retórica em Cartago. Mas, procurando fugir da vigilância da mãe aflita, às escondidas embarcou em um navio para Roma, e depois para Milão, onde conseguiu o cargo de professor oficial de retórica.

Mônica, desejando a todo custo ver a recuperação do filho, viajou também para Milão, onde, aos poucos, terminou seu sofrimento. Isso porque Agostinho, no início por curiosidade e retórica, depois por interesse espiritual, tinha se tornado freqüentador dos envolventes sermões de santo Ambrósio. Foi assim que Agostinho se converteu e recebeu o batismo, junto com seu filho Adeodato. Assim, Mônica colhia os frutos de suas orações e de suas lágrimas.

Mãe e filho decidiram voltar para a terra natal, mas, chegando ao porto de Óstia, perto de Roma, Mônica adoeceu e logo depois faleceu. Era 27 de agosto de 387 e ela tinha cinqüenta e seis anos.

O papa Alexandre III confirmou o tradicional culto a santa Mônica, em 1153, quando a proclamou Padroeira das Mães Cristãs. A sua festa deve ser celebrada no mesmo dia em que morreu. O seu corpo, venerado durante séculos na igreja de Santa Áurea, em Óstia, em 1430 foi trasladado para Roma e depositado na igreja de Santo Agostinho.

Reflexão

Santa Mônica não se deixou aprisionar pelos sofrimentos e nem se intimidar pelas dificuldades, mas a partir delas, empreendeu uma das mais apaixonantes lutas em favor da salvação do seu esposo Patricio e de seu filho Agostinho. Convicta de que não existe felicidade longe dos caminhos de Deus, transforma seu sofrer em “Armas Espirituais” e luta com toda fé, espera na oração e com paciência “sofre as demoras de Deus”(Ecl 2,3) que parece alongar ainda mais seu tempo de espera como que admirado com tamanha persistência e resignação de sua serva Mônica e é assim que ela consegue a conversão do seu esposo e do seu filho que além de converter-se torna-se Bispo e grande doutor na Igreja de Jesus Cristo.
Que Santa Mônica interceda por nós e em especial pelas mães e esposas que passam por sofrimentos.

Oração

Nobilíssima Santa Mônica, rogai por todas as mães, principalmente por aquelas mães que se esquecem que ser mãe é sacrificar-se.
Rogai, virtuosa Santa Mônica, para que abram-se os olhos e as almas de todas as mães, para que elas enxerguem a beleza da vocação materna. A beleza do sacrifício materno.
Em um tempo em que se questiona por quê se deve deixar nascer um bebê anencéfalo, rogai, Santa Mônica, para que todas as mães saibam abraçar com Fé o sofrimento e a dor, assumam seus filhos com coragem, como instrumento de santificação para suas famílias, e para sua própria santificação. Amém.

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Como estudar o Youcat

Como estudar o YOUCAT Publicado por: Catecismo Jovem
Foi lançado em Brasília, no dia 13 de dezembro, o livro “Como estudar o YouCat”, pela Editora Loyola, de autoria do jovem Guilherme Pontes, integrante do Movimento Emaus e membro da Pastoral da Comunicação e do Setor Juventude Arquidiocesano.

 

O jovem autor criou em 2011 um projeto pioneiro de Evangelização nas redes sociais (www.catecismojovem.com.br), para divulgação do YouCat e das experiências de sua utilização em todo o Brasil.

O livro apresenta dicas do próprio papa para estudar o Catecismo Jovem; experiências do YouCat pelo Brasil, nos mais diferentes espaços de evangelização, além de muitas sugestões e dicas práticas para o estudo deste documento da Igreja.

 

Posteriores ao lançamento oficial em Brasília, estão previstos para 2014 diversos lançamentos, sendo o primeiro deles em Florianópolis, além de outras cidades de Santa Catarina e outros estados. O objetivo é que mais jovens conheçam experiências de sucesso na evangelização com o uso do YouCat e possam se inspirar para criar seu grupo, melhorar seu trabalho e para seu estudo pessoal.

 

“Como todo livro formativo, o YouCat também precisa ser entendido e estudado, para que a mensagem siga em frente. Foi assim que nasceu o livro “Como estudar o YouCat”. Ele recolhe várias experiências de sucesso no estudo deste documento e também traz novas possibilidades e dicas de como enriquecer o estudo do Catecismo Jovem em nossos grupos e comunidades juvenis” Dom Wilson Jonck, Arcebispo de Florianópolis.

 

“Este livro escrito pelo jovem Guilherme Pontes, nos ajuda a conhecer essas experiências fabulosas, além de nos dar dicas importantes a partir de tantas iniciativas que surgiram depois deste verdadeiro presente da Igreja para a nossa juventude que é o YouCat, legado especial do Pontificado do Papa Bento XVI a partir da Jornada Mundial da Juventude em Madrid no ano de 2011″ Padre Carlos Sávio, responsável pelo Setor Juventude na CNBB.

 

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São Joao Eudes

19 Agosto

São João Eudes, fundou a Congregação de Jesus e Maria Share on facebookShare on google_plusone_shareShare on twitterShare on emailShare on print
O santo deste dia foi definido por São Pio X como “autor, pai, doutor, apóstolo, promotor e propagandista da devoção litúrgica aos sagrados Corações de Jesus e Maria”. São João Eudes nasceu na Normandia, em 1601, num tempo em que o século XVII estava sendo marcado pelo jansenismo, quietismo e filosofismo.

Ao viver numa família religiosa, João estranhou quando externando seu desejo de consagrar-se a Deus encontrou barreiras com o seu pai, que não foram maiores do que o chamado do Senhor, por isto com 24 anos estava sendo ordenado Sacerdote. Homem de Deus, soube colher e promover os frutos do Espírito para a época, tanto assim que foi importantíssimo para a renovação e formação do Clero, evangelização das massas rurais e difusão da espiritualidade centrada nos Corações de Jesus e de Maria, a qual venceu com o amor afetivo de Deus as friezas e tentações da época.

São João Eudes com suas inúmeras missões e escritos influenciou fortemente todo o seu país e o mundo cristão. Depois de fundar a Congregação de Jesus e Maria (Eudistas), ao lado do ramo feminino chamada Refúgio de Nossa Senhora da Caridade, São João Eudes entrou no Céu em 1680 e foi canonizado em 1925.

São João Eudes, rogai por nós!

 

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O querem fazer com o cristianimo

Templo de Salomão” inaugurado em São Paulo, Dom Henrique Soares esclarece aos católicos
sexta-feira, agosto 01, 2014 Dom Henrique Soares 92 comments
Só para esclarecer aos católicos, a respeito desse “templo de Salomão” inaugurado em São Paulo, mais uma farsa religiosa do nosso tempo e mais uma punhalada no cristianismo, já tão deturpado pelas seitas…

1. Não existe nem poderá existir “Templo de Salomão” algum desde 587 aC, quando o Templo do Senhor, construído pelo Rei Salomão, foi incendiado pelos babilônios. Este era o chamado Primeiro Templo dos judeus.

2. Nem mesmo no tempo de Jesus havia um “Templo de Salomão“. Havia sim, o Segundo Templo, construído pelos judeus que voltaram do Exílio de Babilônia entre 537-515 aC. Foi nesse Templo, reformado, ampliado e embelezado por Herodes Magno, que Jesus nosso Senhor pregou. Foi sobre esse Templo que Ele afirmou tratar-se de uma imagem Dele próprio, morto e ressuscitado: “Destruí este Templo e em três dias Eu o edificarei!”.

3. O Templo de Salomão em si não tem significado algum para o cristianismo. Também não pode ser reconstruído, pois já não seria o Templo “de Salomão”, mas de outra qualquer pessoa! O que se construiu em São Paulo foi um “Edifício do Edir Macedo”, nem mais nem menos…

4. Quanto ao Templo dos judeus, somente pode ser construído sobre o Monte do Templo, chamado Monte Moriá, em Jerusalém. Os judeus nunca reconstruíram o seu Templo por isso: porque ali já estão erguidas duas mesquitas muçulmanas…

5. Os cristãos jamais poderão ou deverão reconstruir Templo judaico algum! Isto é negar Nosso Senhor Jesus Cristo, é voltar ao Antigo Testamento! O Segundo Templo era imagem do Corpo do Senhor. Ele mesmo o declarou. Aqui coloco de modo explicado o que Jesus quis dizer: “Vós estais destruindo este Templo! Podeis destruí-lo; ele já cumpriu sua função de figura, de lugar de encontro de Deus com os homens! O verdadeiro Templo é Meu corpo imolado e ressuscitado! Vós destruireis o Meu corpo como estais destruindo este Templo! Mas, dentro de três dias Eu o ressuscitarei, edificando o verdadeiro Templo, lugar de encontro entre Deus e o homem: o Meu corpo, que é a Igreja!”

6. Arca, sacrifícios antigos, utensílios do antigo Templo, já não têm sentido algum no cristianismo. Mais ainda: não passam de pura e vazia falsificação que ofendem a resta consciência cristã e desrespeitam os judeus, imitando de modo grosseiro e falseando de modo superficial o real significado dos seus símbolos religiosos.

Conclusão: É uma pena ver como o charlatanismo, a ignorância, o grotesco prosperam em certas expressões heterodoxas de cristianismo… E tudo por conta do tripudio sobre a ignorância e falta de bom senso de toda uma população insensata. Só isto.
Dom Henrique Soares da Costa
Colunista do Blog Evangelizando (+ artigos)
Bispo da Diocese de Palmares-PE

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Amar é uma Decisão

O Amor Ágape

Dois pontos me chamam muita atenção neste Evangelho… Primeiro: o que é ensinado. Segundo: a forma como é ensinado. O mestre da lei tenta colocar Jesus em dificuldade, mas Jesus é muito mais esperto do que ele.

O mestre da lei fez o tipo de pergunta que qualquer pessoa que estivesse lá, com Jesus, saberia responder, inclusive ele mesmo. Por isso, Jesus voltou a pergunta a ele: “O que está escrito na lei? Como lês?” Jesus deve ter pensado que ou estava falando com um débil mental ou com alguém que estava querendo TESTÁ-LO. É muito fácil saber quando uma pessoa está querendo nos testar: ela faz uma pergunta para a qual já sabe a resposta. Se fosse uma pessoa bem intencionada, Jesus teria respondido, mas um mestre da lei fazendo uma pergunta assim… Era pra se desconfiar… Jesus respondeu com duas perguntas que se completam: a primeira exigia uma resposta impessoal; e a segunda se referia à interpretação que o mestre da lei dava a esta lei. A resposta do mestre da lei foi tão completa, que confirmou o que Jesus já tinha percebido: a intenção era testá-lo. Foi então que Jesus procurou encerrar o assunto, inclusive elogiando o mestre da lei.

Mas o mestre da lei, que tinha ficado com um baixo conceito, quis “justificar” a sua pergunta, e é aí que aparece a sua malícia. Com a maior carinha de inocente, ele perguntou: “E quem é o meu próximo?” Se Jesus respondesse que próximo é toda aquela pessoa que está ao seu lado, indiferente de raça, cor, credo, gênero, idade, estado de saúde, condição social, etc, estaria encrencado porque os judeus e as suas leis tinham várias restrições para quem não era judeu legítimo, e cumpridor da lei. Se Jesus dissesse que apenas os judeus, seguidores da lei e dos bons costumes, eram “o próximo”, cairia em contradição com seus próprios atos. E é neste momento que Ele se sai com uma bela parábola: o Bom Samaritano.

A resposta não foi direta, como o mestre da lei gostaria, mas veio de uma forma incontestável. A escolha de um samaritano foi proposital, pois os judeus da Samaria eram considerados menos dignos, pelos mestres da lei. E a atitude misericordiosa do samaritano foi, indiscutivelmente, a mais amorosa das três. O sacerdote e o levita da parábola fizeram exatamente o que a maioria de nós faria, numa situação parecida: passaria “pelo outro lado”. Observe que Jesus não responde NENHUMA DAS PERGUNTAS do mestre da lei, mas faz que o próprio questionador responda às suas perguntas.

O que fica claro neste Evangelho é que uma pessoa como este mestre da lei, quando faz perguntas desse tipo, não está interessada em aprender, mas em colocar a outra pessoa em situação difícil. Escutam sua resposta procurando pontos contraditórios. Quem não tem conhecimento pleno do assunto, ou não tem raciocínio rápido para perceber a malícia dessas pessoas, acaba transmitindo insegurança. Mas Jesus estava sempre à frente dos pensamentos das pessoas… E no final, acaba deixando a lição que devemos levar hoje para o nosso dia: Quer ter a vida eterna? Ame a Deus, e ao próximo como a si mesmo; o próximo é todo aquele que precisar de você, ou que você precise dele… ame. E lembre-se que AMAR não é apenas um sentimento, mas é, antes de tudo, uma DECISÃO.

Deixo aqui, como sugestão de leitura, o livro “O Monge e o Executivo” (clique no link para fazer o download do livro: O MONGE E O EXECUTIVO.pdf ), de James C. Hunter, onde dentre tantos ensinamentos sobre liderança, também fala sobre o Amor Ágape, que é algo como amar com atitudes ao invés de amar com sentimento. Somente com o Amor Ágape nós podemos amar até quem nos fez mal.

 

Jailson Ferreira

jailsonfisio@hotmail.com

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Papa e jovens condenados

Jovens condenados à prisão perpétua escrevem ao Papa

 

“Que esta forma de sentença seja revista à luz da Justiça e que exista a possibilidade de reforma e de reabilitação”, pediu o Papa após receber cerca de 500 cartas de jovens detentos dos EUA

Atualizado em 03/06/2014 às 09h36


Foto: Rádio Vaticano

Cerca de 500 jovens detentos dos Estados Unidos e condenados à prisão perpétua escreveram ao Papa. E Francisco respondeu, declarando-se “profundamente comovido”.

 

A troca de correspondências foi referida pelo jornal dos jesuítas estadunidenses “America Magazine”. O conjunto de 500 cartas foi recolhido pelo Diretor Executivo da Iniciativa Jesuíta para a Justiça Restaurativa, Padre Michael Kennedy.

 

“Li as cartas que chegaram de todos os ângulos dos Estados Unidos, por parte de centenas de jovens condenados com tão pouca idade à prisão perpétua sem condicional. Suas histórias e seus pedidos de que esta forma de sentença seja revista à luz da Justiça e que exista a possibilidade de reforma e de reabilitação me comoveram profundamente”, escreveu Francisco ao sacerdote jesuíta.

 

O padre Kennedy entregará a cada detento uma cópia da resposta do Pontífice.

 

A existência de condenados à prisão perpétua com menos de 18 anos constitui uma preocupação para associações dos Direitos Humanos, como Anistia Internacional. Segundo a entidade, os Estados Unidos são o único país no mundo que inflige esta pena por crimes relacionados não só a homicídios. Graças à batalha de Anistia, nos últimos anos alguns Estados, como a Califórnia, proibiram a prisão perpétua para menores de idade.

 

Fonte: Rádio Vaticano

 

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Nossa Senhora Auxiliadora

Comemoramos no dia 24 de Maio, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora. Ao longo da história da Igreja, o Povo de Deus, lembrando as palavras de Maria: “Todas as Gerações me chamarão Bem-aventurada porque fez em mim grandes coisas o Poderoso”, foi enriquecendo o manto de títulos, que demonstram a confiança e o amor dos filhos pela Mãe. O título Auxiliadora dos Cristãos foi instituído em tempos difíceis, em tempos de guerra, e depois Nossa Senhora Auxiliadora foi escolhida como padroeira da Congregação Salesiana, fundada por Dom Bosco.
Nossa Senhora Auxiliadora rogai por nós!


Oração a Nossa Senhora Auxiliadora, Protetora do Lar
Santíssima Virgem Maria a quem Deus constituiu Auxiliadora dos Cristãos,
nós vos escolhemos como Senhora e Protetora desta casa.
Dignai-vos mostrar aqui Vosso auxílio poderoso.
Preservai esta casa de todo perigo: do incêndio, da inundação, do raio, das tempestades,
dos ladrões, dos malfeitores, da guerra e de todas as outras calamidades que conheceis.
Abençoai, protegei, defendei, guardai como coisa vossa as pessoas que vivem nesta casa.
Sobretudo concedei-lhes a graça mais importante,
a de viverem sempre na amizade de Deus, evitando o pecado.
Dai-lhes a fé que tivestes na Palavra de Deus, e o amor que nutristes para com Vosso Filho Jesus
e para com todos aqueles pelos quais Ele morreu na cruz.
Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por todos que moram nesta casa que Vos foi consagrada.

Amém.

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